Estudo na Jamaica mostra que maconha durante a gravidez não prejudica desenvolvimento do bebê

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A Dr. Melanie Dreher e colaboradores da Universidade de Massachusetts EUA acompanharam mulheres grávidas que faziam uso de maconha e seus filhos, comparando-os com desenvolvimento de recém nascidos de mães não fumantes e não observou diferença significativa entre os dois grupos.

O estudo científico acompanhou 60 mulheres grávidas fumantes e não fumantes de maconha por mais de 10 anos em uma zona rural no sudeste da Jamaica, onde a religião Rastafári é predominante e o uso é comum. A religião considera que a planta é medicamento e todas as mulheres relataram que a erva aliviava náuseas causadas pela gestação.

As gestantes foram classificadas quanto à frequência do hábito de fumar e ingestão de chá. As crianças foram submetidas   a três diferentes testes de desenvolvimento neurológico para recém natos já consagrados pela ciência.

No terceiro dia de avaliação, não foi possível observar diferença nos três testes entre as usuárias mais frequente e não usuárias. Após um mês, o grupo de filhos de usuárias conseguiram mais pontos em alguns parâmetros do teste, como orientação, estabilidade autônoma, reflexos, reações a estímulos auditivos e táteis, e menos pontos em irritabilidade.

Explicação do estudo científico pela Dr. Dreher:

Artigo científico: http://www.druglibrary.org/SCHAFFER/hemp/medical/can-babies.htm