Crack, é possível entender

A convite do CESeC (Centro de Estudos de Sociedade e Cidadania) da Universidade Candido Mendes, o neurocientista Carl Hart veio ao Brasil pela primeira vez.

Professor da Universidade de Columbia em Nova York tornou-se uma referência na pesquisa sobre hábitos de uso e abusos de drogas por sua abordagem que combina a leitura científica, política e social do problema das drogas. Particularmente do crack.

Ele veio ao país para uma série de conferências, palestras, encontros e pesquisa de campo. Conheceu de acadêmicos a usuários de crack em situação de rua. De ativistas a nomes das política nacional. Falou com a mídia e viu como ela ainda segue refém de velhos e ultrapassados conceitos.

E para lançar a edição brasileira de seu livro “Um Preço Muito Alto”, um relato autobiográfico e científico sobre como sua juventude no gueto, envolvido com o crime e as drogas, moldaram sua visão acadêmica e política sobre o assunto.

No Brasil, Hart viu a manifestação das contradições entre o que a sociedade pensa e o que a ciência tem a dizer sobre o “problema do crack”. E lamentou perceber que hoje o Brasil está repetindo os mesmos equívocos e a mesma paranóia em relação ao crack que os EUA viveram nos anos 1980.

O Fluxo acompanhou a visita de Carl Hart ao Brasil. Participou de conferências, visitou com ele cenas de uso, comunidades sob ocupação militar, universidades.
Graças ao apoio do CESeC fez um resumo da visita e das ideias de Carl Hart.

Câmeras: Fernando Ligabue, Bruno Torturra e Tatiana Tófoli
Edição: Felipe Carreli e Bruno Torturra

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